PROCRASTINAÇÃO: CUIDADO COM ESSE VÍRUS!

PROCRASTINAÇÃO: CUIDADO COM ESSE VÍRUS!
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A procrastinação é um vício que pode nos atacar, como um vírus.

E tal como o início de uma pandemia, nós pensamos que não seremos atingidos, até o medo se instalar e  nos paralisar.  

  • Quantas vezes você disse que queria todo o tempo do mundo para organizar sua vida?
  • Acabar com a bagunça? Arrumar o guarda roupa?
  • Organizar os livros? Colocar a leitura em dia? Limpar a sua caixa de e-mails?
  • Terminar o seu TCC? Fazer aquela faxina que só você pode? Criar um novo hábito?
  • Implementar um projeto, que nunca sai do papel?

Você deseja arrumar coisas e situações que estão lhe incomodando, não é mesmo?

Proatividade, pode vir! (SQN!)

Pois é, se você está em isolamento social, férias, no meio de um feriadão, de licença ou até sem trabalho, esse dia chegou! E o que você fez, até agora?

  • Listou os objetivos?
  • Enumerou as tarefas de cada etapa?
  • Organizou a sua agenda (que está lotada de tempo)?
  • Criou uma rotina proativa e está voando, quase literalmente, nesse recesso provisório e  chutou para longe a enrolação?

Você acorda focado todos os dias e quando vai dormir, olha no espelho e vê o reflexo de uma verdadeira máquina de realizações! (SQN!)

Mas, calma, antes de se sentir culpado por não conseguir realizar tudo o que deseja , saiba que esse “vírus” ataca 90% das pessoas adultas.

Segundo a psicóloga Naira Caroline Teixeira, especialista em Terapia Junguiana e de Sandplay, o prejudicial hábito da procrastinação, que faz com que nos sintamos tão pequenos diante da vida,  se deve a um nível de stress imposto pela sociedade e que encontra no medo do fracasso uma alavanca de potencialização.

Nós sabemos que em algum momento, praticamente, todo mundo passa por isso. E imaginamos que, quando chegar nossa hora, algum ser iluminado nos ajudará a sair do círculo vicioso da procrastinação. Pois , sabemos que em uma situação em que a rotina (do mundo) está normal, alguém vai puxar você (ou eu) de volta para o ritmo.

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Photo by Ian Espinosa on Unsplash

Socorro! Estou procrastinando! 

Mas, e quando todo mundo está na mesma situação: parado, angustiado, assustado, sem respostas para suas dúvidas? E se, além disso, você estiver mergulhado em fake news, previsões sombrias, disse me disse, aplicativos de mensagens apitando o tempo todo? 

Como não ceder aos apelos dos canais dos influencers que prometem saber o que está acontecendo, ou pedem a sua ajuda para alguma coisa urgente, com lives de horas intermináveis?

O seu feed de notícias, no celular, parece uma porta giratória, e você já está até com dor nos olhos e pescoço de tanto ficar na mesma posição.

E aí, você olha para o lado, ou entra no grupo de amigos, do trabalho, e de outros que deveriam estar “tocando a vida” e percebe que todo mundo está como você, ou quase… 

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Photo by Jaanus Jagomägi on Unsplash

Da rotina zero grau para o isolamento

Otto, o nosso herói, estava em Tóquio quando as medidas de restrição começaram a acontecer, durante a pandemia do Coronavírus e pensou que seria melhor ficar no país dos seus familiares paternos. 

Duas tias solteiras eram idosas e poderiam necessitar de alguma ajuda, já que ele era o único sobrinho.  

Permaneceu na Capital, onde  estava desenvolvendo negócios, mas imaginou que poderia ir até Okinawa, onde elas moram, caso a situação ficasse fora de controle.

Entretanto, logo percebeu que seria em vão, uma vez que sua visita poderia representar um risco para elas.

Tratou  de combinar um horário para se falarem todos os dias e coordenou, para as tias, a compra por aplicativo e a entrega de todo tipo de suprimentos,  e seguiu trabalhando na cidade aquática.

Tóquio não parou, mas os negócios que ele estava tratando ficaram congelados, até segunda ordem.

PROCRASTINAÇÃO: CUIDADO COM ESSE VÍRUS!
Foto: Euronews

Longe da namorada, dos amigos e da família e sem ter o que fazer, resolveu abrir a caixa do “depois eu resolvo”, tirar todas as coisas que lhe incomodavam e que sempre ficavam em segundo plano.

Dentro dela havia muitas ideias e pendências. Então, ele separou aquilo que poderia fazer naquele momento, dentro da realidade em que se encontrava.

Pensou que talvez fosse uma excelente oportunidade para negociar alguns serviços, pois imaginou que outros profissionais também estivessem ociosos e precisando preencher o tempo e o trabalho poderia render mais.

Pegou o seu Planner e o refez cuidadosamente – tinha tempo – e as atuais circunstâncias eram completamente impossíveis de se prever ou contornar.

Resolveu se concentrar em coisas que pudesse fazer à distância e que fossem rápidas para concluir, como repaginar o seu site e contratar alguém para fazer a ilustração de um livro que havia escrito.

Aproveitaria o tempo ocioso para finalizar a tradução para o idioma Inglês.

Também era hora de melhorar sua fluência em Chinês.  

Acessou seu site preferido para prospectar e contratar webdesigner no Brasil, ilustradorx na Itália e revisorx nos EUA.

Em um aplicativo mundial de ensino de idiomas contratou um professor de Mandarim, que mora em Shangai, para aulas diárias.

Para ele, o planeta continuava girando, e imaginava que as pessoas produziriam muito mais, já que estavam impedidas de sair de casa.

Estava até gostando desse break!

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Photo by Huseyin Akuzum on Unsplash

Pare de cavar!

Três dias depois da primeira sessao, recebeu uma mensagem do aplicativo informando que o professor havia adiado todas as aulas do restante da semana.

Otto lhe enviou uma mensagem para saber o que havia ocorrido.

Recebeu como resposta que o mestre estava sem “cabeça”, pois enfrentava problemas financeiros.

Ficou irritado. Como resolver esse problema sem trabalhar? Justamente, ministrar aulas poderia ajudar aquela pessoa a resolver a situação. E ela não conseguia se concentrar? 

Lembrou de um livro que leu que dizia: “se você estiver em um buraco, pare de cavar!”

A procrastinação do professor estava aumentando o “buraco onde acumulavam problemas” e isso lhe traria mais medo e stress, que faria procrastinar mais, criando um círculo vicioso interminável. O próximo passo poderia ser uma depressão, que derruba a imunidade e contribuiu para a manifestação de doenças.

Otto pensou que se tivesse intimidade com ele poderia aconselhá-lo, mas entendia que isso não era possível nesse momento.

Tratou de baixar um app de Yoga para ajudar a manter o foco e preencher o tempo que ainda sobrava.

Uma semana depois, o webdesigner sumiu e não respondia mais.

O ilustrador fazia-lhe perguntas sem nexo e remarcava a data de entrega dos trabalhos e a revisora disse que estava com os sintomas do Covid-19.

Otto aumentou o tempo de exercício e se esforçava para que sua frustração não o fizesse desacelerar seus planos e permitisse ser arrastado para o mar de procrastinadores.

Era preciso nadar para o outro lado e resistir.

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Photo by Dawid Zawiła on Unsplash

Não estocamos tempo!

Graças a sua insistência o webdesigner respondeu, havia entrado em parafuso, mas já voltava ao normal e apresentou o serviço que era de excelente qualidade, como se via nas referências de clientes da página do rapaz.

Mais calmo, Otto ligou para o ilustrador e conversaram. Esse ainda estava perdido no tempo, pois se encontrava no epicentro da pandemia na Itália e perdera a noção de dias e horas.

O nosso herói se deu conta que as pessoas estavam desperdiçando a oportunidade de tornar esse momento produtivo porque, ou estavam amedrontadas, ou não sabiam se planejar. E faziam com que essa fase se tornasse mais torturante.

A noção de ter muito tempo para fazer as coisas em um isolamento é uma ilusão.

Na realidade, o tempo que você não usa para melhorar a sua vida vai ser gasto da mesma forma, com coisas que vão abalar sua autoestima, como ficar no celular em busca de algum post, ou na tv em busca de uma notícia catastrófica ou uma fofoca.

Ninguém guarda tempo para usar depois!

Por último, a revisora se curou e retomou os trabalhos.

E confidenciou ao Otto que desde o começo ela havia sofrido com o medo de contrair a doença e essa possibilidade a assombrava e lhe tirava o foco. 

Muito antes de adoecer de fato, ela já estava enferma, esperando pelo pior.

Lamentou não ter produzido o que poderia, quando ainda estava saudável. Se isso tivesse acontecido, ela teria tido mais tranquilidade para se tratar, sem sentimento de culpa, e sua autoestima talvez armasse um escudo contra a doença.

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Procrastinação: não faça parte do problema
Photo by Kristopher Roller on Unsplash

Procrastinação: não faça parte do problema

Otto compreendia a dor alheia, mas se manteve forte em seus propósitos para não fazer parte do problema e sim da solução. 

Quando percebia que estava fraquejando abria novamente seu planner e revia as ações. Era seu próprio chefe e não condescendia com suas próprias chantagens emocionais.

Procrastinação era uma palavra que ele insistia em riscar do seu vocabulário, por mais difícil que fosse. 

Sabemos o quanto pode ser difícil se livrar do vírus da  procrastinação, mas sabemos também que você não vai querer fazer parte do problema!

Logo tudo isso vai passar e poderemos aproveitar para melhorar a nossa qualidade de vida, transformando a rotina para melhor.

E, para que você possa fazer parte da solução, segue a sugestão de um texto sobre 3 REGRAS DE OURO DA NOVA ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO.

Você tem alguma estratégia para se livrar desse vício? Conte-nos nos comentários.

Wanderlust: viajar é preciso

Wanderlust: viajar é preciso
Photo by Jordan Opel on Unsplash

Wanderlust é uma palavra derivada do alemão, composta por outras duas: wander (caminhar, trilhar) e lust (desejo).

É daquelas palavras difíceis de traduzir o real significado, como é “saudade” do português, wanderlust vai além do desejo de trilhar, é aquela vontade de viajar, de descobrir novas culturas, lugares, pensamentos no mundo.

Na Europa, os alemães são conhecidos por terem prazer em fazer jornadas de conhecimento e aventurarem-se.

Também é deles outro termo relacionado a esse e que já citamos anteriormente no texto Co-living e nomadismo digital – junto e misturado¨:   Fernweh .

Fernweh significa aquela inquietação que nos coloca em movimento, em busca de novas descobertas através das viagens. Esses dois termos são muito usados para definir o forte desejo de viajar, aquela sensação de voltar de viagem e já começar a pensar na próxima, de querer colocar alfinetes e “visitado” no mapa mundi inteiro e se bobear até mais de um, afinal os lugares podem ser diferentes a cada estação certo?

Wanderlust e Fernweh: quanto mais alfinetes no mapa, melhor!
Photo by Element5 Digital on Unsplash


Luxúria do Sol

Esse conceito começou a aparecer na Alemanha pós iluminista. Os solteiros ricos eram encorajados a viajar para desfrutar do calor em terras onde o sol era mais presente, como França e Itália, tanto para o descanso quanto para explorar culturas e experiências diferentes e agregar novas informações.

Na era pós moderna viajar era um instrumento de empoderamento e para o sociólogo Robert E. Park, no início do século XX, representava uma oposição aos valores e status com os quais as organizações seduziam os talentos da época e os prendiam a uma vida de rotina tradicional.

Wanderlust era um ato de rebeldia questionadora do status quo.

Wanderlust: começou com a busca pelo sol.
Photo by Stephen Leonardi on Unsplash

Autoconhecimento no desconhecido

O desejo por viajar deve ser suficientemente grande para desafiar-se a si mesmo a se conhecer enquanto ajusta o seu comportamento a:

  • diferentes culturas, 
  • rotinas alteradas, 
  • fusos horários, 
  • alimentos exóticos, 
  • idiomas desconhecidos, 
  • câmbios de moedas,
  • climas diferentes e
  • solidão (sim! algumas vezes ela bate…)
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Wanderlust: desafiando o status quo
Photo by Pietro De Grandi on Unsplash

Mas, como saber se nosso desejo é assim tão forte para superar todas as dificuldades?

Experimente uma vez, se na volta já deu  vontade de fazer de novo, bem vindo ao barco dos aventureiros!

Dicas de um wanderluster

Se o seu destino é trabalhar enquanto se diverte e misturar pequenas férias com trabalho, você não pode perder as dicas em nosso post Nomadismo digital e viagens de negócio:  3 dicas espertas do Otto.

Esse viajante e amante da rotina zero grau encontrou sua razão para viver saindo da zona de conforto e se jogando no  bleisure… aproveite as dicas de como começar!

E você é um wanderluster também? Conte-nos suas aventuras nos comentários!

Planeta Terra e a pandemia: o lado bom que ninguém previu

Pandemia: o lado bom que ninguém previu
Foto: arquivo pessoal família Raimondi

Ainda não ouvimos ninguém falar, durante essa pandemia, aquela frase de efeito  que qualquer aspirante a sábio ou coach tem na ponta da língua:

“Tente ver o lado bom das coisas ruins que lhe acontece”

Quando o cenário é de iminente perigo, nossa vida pode estar por um fio.

E ainda recebemos notícias de países distantes, onde não está sendo  possível sequer velar milhares de mortos.

Pensar no lado bom, sem dúvida, não é uma tarefa fácil para ninguém, nesse momento. 

Ao contrário, a nossa mente está sempre pronta para prever e se antecipar aos problemas e eventos que  ameaçam a nossa sobrevivência.

Talvez seja essa a razão pela qual sempre esperamos pelo pior.

O que é muito curioso é que nem sábios, santos, mandamentos, poucos nos diziam para prestar atenção na natureza – e cuidar dela. 

Tivemos que chegar quase à exaustão de recursos naturais para que um ser microscópico que sequer respira, parasse nossa sanha pelo consumo desenfreado.

Pandemia: o lado bom que ninguém previu
Foto de Giovana Romanini Queiroz – Vila Maria (Zona Norte)

Previsões do Fim do Mundo

O egocentrismo humano parece ter dirigido a inspiração dos profetas, videntes, escritores e cineastas para descrever  que toda ameaça à vida humana era também uma forma de destruir o meio ambiente.

Quando se abordava do “fim do mundo”, tudo o que a gente conseguia imaginar eram cidades destruídas, escombros cinza, fumaça, detritos, proliferação de  insetos peçonhentos, água suja, escassa ou lamacenta. 

Ao pensarmos em uma crise avassaladora em que ficaríamos encurralados, acuados, impotentes, apenas esperando que algum milagre caísse do céu, as previsões eram de chuva ácida, incêndios espontâneos ou  inundações causadas por furiosos tsunamis.

Mas, eis que esse momento surge parecendo que saiu da tv, enquanto assistimos alguma série, como o documentário “Pandemic”, retratando a saga da luta pela sobrevivência em um cenário que estamos nos acostumando a ver do lado de fora da tela.

Ou do filme “Contágio”, dirigido por Steven Soderbergh e também  das páginas do livro Deadliest Enemy: Our War Against Killer Germs de Michael Osterholm  (O inimigo mais mortal: nossa guerra contra os germes assassinos).

Pandemia: o lado bom que ninguém previu
Foto: Alexandre Maurício Barboza

Hey, vocês não estão fazendo falta!

Enquanto estamos presos, isolados e afastados da nossa rotina e de pessoas que tanto amamos, a natureza, sem pedir licença, está se curando em paz e silenciosamente.

Quase conseguimos ouvir, da paisagem que brota em nossa janela, a incômoda frase:

” Hei, voces não estao fazendo falta!”

Somos vítimas de um vírus que não ataca animais nem vegetais, nem contamina lagos ou escurece os céus. Ele parece apenas estar caçando humanos!

Seria um complô da natureza? Bronca de Deus? Sinal de fim da linha para nós?

Essa catástrofe, que paralisa de medo a raça humana, pode ser confundida com uma vingança do resto do planeta, mas não se desespere, isso tem uma explicação!

O nosso avanço nos últimos cem anos foi muito grande. Demos saltos tecnológicos impensáveis.

A última grande pandemia aconteceu em 1918 e arrastou para a morte cerca de 60 milhões de  pessoas – a gripe Espanhola – e a paisagem em nada mudou.

Naquela época, o plástico, um insumo que está presente em 100% de tudo o que consumimos hoje em dia – direta ou indiretamente, ainda era uma novidade e sofreu certo preconceito, pois o processo de fabricação era caro e lento, para ser usado com abundância.

THE 2018 WORLD ENVIRONMENT DAY: STEPS TO “BEAT PLASTIC POLLUTION ...
Pandemia: o lado bom
Imagem: Google

O plástico foi uma invenção que dependeu de várias etapas de pesquisa e desenvolvimento, iniciadas em 1839, com a vulcanização da borracha. Depois só em 1909 que apareceu o primeiro plástico  totalmente sintético e em escala comercial.

Mas, foi apenas entre 1930 e 1950 que o processo de polimerização foi desenvolvido, e com ele, o barateamento e a diversificação dessa matéria prima:  neoprene, EPS, PVC, poliuretano, PA, PET, PTFE, silicone, PP e PE.

Com isso, insumos para veículos, eletrodomésticos, produtos médicos, embalagens, calçados, tecidos, e muitas outras coisas criaram a abundância de tudo o que vemos e consumimos hoje.

A natureza se curando em paz: o lado bom que ninguém previu

Foi a popularização do  plástico que permitiu ou facilitou que muitos alimentos e bens de consumo chegassem, em uma escala inimaginável, até os supermercados e comércios.

Sem dúvida nenhuma, não teríamos tantos veículos rodando sem ele, nem seria possível as produções em quantidades quase que infinitas. E o planeta vem sentindo na “pele” todo o lado negativo desse efeito dominó, não só causado pelo plástico mas também por todos outros desenvolvimentos tecnológicos que fizemos nas ultimas décadas sem levar em consideração o impacto no meio ambiente.

E agora, que quase toda a Terra parou de produzir e as pessoas estão, na sua maioria, confinadas, tudo estancou:

  • máquinas desligadas
  • carros nas garagens
  • fluxos migratórios e turismo paralisados.

A natureza, nesse momento, parece ter respirado fundo, e começou a faxina, enquanto os bagunceiros estão de castigo.

India sees blue skies and clean air during coronavirus lockdown ...
Pandemia: o lado bom que ninguém previu
Imagem: Índia ( Google)

Céu azul na Índia

A população de um dos maiores produtores de bens de consumo do mundo não lembrava mais qual era a cor do céu, na maioria das suas cidades.

Após o início do lockdown, a qualidade do ar melhorou em 90% das 103 cidades (Fonte: Bloomberg)

Promoting the Dexter breed of cattle | Dexter Cattle Society
Pandemia: o lado bom que ninguém previu
Imagem: Gado Dexter/Google

Gados ilustres na Irlanda do Norte

Um ponto turístico chamado The Bay of Cows (próximo da Calçada dos Gigantes), finalmente pode receber ilustres personalidades do mundo campestre.

Com o parque fechado, foi reintroduzido o gado Dexter, uma das menores raças e que está ajudando a restaurar a vegetação local.

Isso era uma antiga reivindicação da guarda florestal do National Trust, que comemora essa vitória, impossível nos tempos normais.

Pandemia: onde estão os humanos?
Foto: Google

Invasão de cabras

No país de Gales, cabras aproveitam as ruas desertas para invadir o centro da cidade de Llandudno, explorando as árvores e pastando curiosas: onde estão os humanos?

Coronavirus Lockdown: Venice Locals Share Photos Of Clear Canals
Pandemia: o lado bom
Imagem: Google

Beleza solitária de Veneza

As águas sujas e cinzentas dos canais de Veneza deram lugar a águas cristalinas, já que os sedimentos podem descansar em paz no fundo, sem o vai e vem das gôndolas.

Aquecimento global adiou a viagem

Estudos dizem que as viagens aéreas são responsáveis por cerca de 5% do aumento da  temperatura do planeta.

Dessa maneira, além de frear um pouco  o aquecimento da Terra, o céu no mundo todo está conseguindo revelar  dias mais claros e noites mais estreladas. 

Pandemia: o lado bom
Imagem: Ian Bremmer/Linkedin

Himalaya sem binóculos

Após trinta anos, os habitantes da cidade de Punjab, dista há 160 km, puderam ver novamente o Himalaya sem binóculos.

Tempo para contemplação: um lado bom que ninguém previu

O Planeta Terra nos chama para reivenção
Foto por labor.pt

De uma hora para outra, imagens de fotos maravilhosas começaram a pipocar nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Pessoas que nunca tiveram tempo de parar e contemplar a beleza da paisagem e o tempo passar, começaram a aguçar o olhar e admirar o despertar de uma natureza tão fustigada por todos nós.

Com ela, aprendemos que nunca é tarde para reagir, ela nunca desistiu da nossa espécie e como uma mãe bondosa aguarda nossa redenção, pacientemente!

Se toda crise traz o seu antídoto, todo ser humano tem a capacidade de se reinventar em dias difíceis. E mesmo sofrendo, conseguimos apreciar o belo, através de um exercício instintivo de mindfulness.

A reinvenção pode vir de diferentes formas, nós da Outoo acreditamos que mudar os hábitos do dia a dia de trabalho, os espaços que escolhe para trabalhar e o deslocamento de todo dia pode ter um grande impacto nessa reinvenção, por isso levantamos a bandeira que o futuro do trabalho está em facilitar a flexibilidade e mobilidade, otimizar tempo e produtividade para gerar um impacto positivo no bem estar das pessoas e sustentabilidade na cidades.

Quando tudo isso acabar, a natureza nos receberá muito mais bela.

Estaremos prontos para retribuir?

Fonte: MSN

Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Joel Mott on Unsplash

De tempos em tempos o mundo mergulha na escuridão do medo trazido por uma crise que parece não ter fim.

É como se de repente uma tempestade se armasse bem acima de nossa cabeça, e as nuvens pesadas cobrissem o sol da esperança. Muitos se desesperam complicando e aumentando o tempo da crise pessoal, emocional e financeira em que mergulharam. Entretanto, outros conseguem olhar para esse horizonte de  incertezas e enxergar além dos problemas, elas “pescam” oportunidades

Esses indivíduos, com um pensamento antifrágil, domam seus medos e se concentram em buscar saídas, caminhando em direção de algo muito maior que uma solução para aliviar o sofrimento momentâneo. Com a consciência treinada pelo mindfulness para se manter no presente e construir um futuro incrível, essas pessoas renascem das cinzas.

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Simon Migaj on Unsplash

5 oportunidades de negócios que nasceram em tempos de crise   (e prosperaram)

Selecionamos cinco histórias de negócios que nasceram em um momento caótico e que ainda hoje são praticamente indispensáveis em nossa vida.

Esperamos que essas histórias possam inspirar você, ou pelo menos, lembrar que um dia tudo que é ruim termina! 😉

  1.  Adoçando a vida com NUTELLA!

Os italianos são um povo criativo, alegre e empreendedor. Não nos surpreenderiam se depois de um vendaval chamado Corona eles venham a nos brindar com coisas fantásticas, tornando a vida muito mais bela e saborosa.

No pós-segunda guerra, na metade do século XX, a Itália se encontrava devastada e doces com chocolate era um sonho praticamente impossível de se realizar. Simplesmente o cacau desapareceu das prateleiras e o valor desse ingrediente disparou. Chamado pelos Aztecas,  no início da colonização da América Central, de tchocolatl e rebatizado pelo biólogo sueco Carlos Lineu com o nome de Theobroma cacao, que em grego significa Alimento Divino, tornou-o quase proibitivo nas receitas.  

Mas, Pietro Ferrero, um confeiteiro da região de Piemonte não se deu por vencido e testou algumas possibilidades, até que seus olhos brilharam ao provar um creme que ele criou a base de avelãs e açúcar, com apenas uma pitada do “Alimento Divino”.

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Fran . on Unsplash

Ele passou a utilizá-lo como recheio de bolos, mas os clientes dessa região fizeram o negócio se expandir até transformar esse néctar dos Deuses em uma vedete que atravessou fronteiras e seduziu o mundo todo. As cifras bilionárias do lucro dessa empresa continuam a adoçar a vida dos descendentes e acionistas da empresa Ferrero.

  1. Brincando de banqueiro com MONOPOLY (BANCO IMOBILIÁRIO)

 Em 1929, a quebra da bolsa de valores dos Estados Unidos, foi sem dúvida, um dos acontecimentos mais dolorosos do século passado. A especulação e uma rentabilidade fácil e artificial criaram uma bolha de consumo e produção que, quando estourou, fez o dinheiro sumir. Muitas pessoas se suicidaram e o sonho americano se viu mergulhado numa depressão que parecia nunca mais acabar. E arrastava todos os países que tinham relação com os EUA para um buraco aparentemente infinito. Foi nessa época que os barões, que desfilavam em luxuosos carros na Avenida Paulista, foram arrastados para a ruína e Getúlio Vargas mandou queimar muitas sacas do produto que levava o nome do Brasil para o estrangeiro, o café.

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Karim MANJRA on Unsplash

Mas, se o cotidiano daqueles dias estava beirando o insuportável, era a hora de sonhar. Então, se o desempregado Charles B. Darrow não podia investir em imóveis, terrenos nem fábricas na vida real, por que não experimentar a sensação tão revigorante proporciona pelo poder de construir um patrimônio longe dos tentáculos das crises?

Foi assim que nasceu o jogo campeão de vendas no mundo, o Monopoly, que nós, brasileiros, conhecemos como ”Banco Imobiliário”.

Evidentemente, Charles passou da fantasia para a realidade, no que diz respeito aos prazeres que os investimentos podem nos dar. 

  1. Parem a crise, tragam-me um  (NES)CAFÉ! 

Em 1930, enquanto milhares de sacas de café eram torradas, não para consumo, mas por assepsia, já que estavam apodrecendo, Getúlio Vargas tentava encontrar uma solução. Para que os maiores produtores (do planeta) desse grão não terminassem por arrastar ainda mais toda a economia brasileira através do ralo, ele fez um pedido para a Nestlé.

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Tina Guina on Unsplash

Era necessário encontrar uma forma de utilizar o mesmo processo de fabricação do leite em pó, e fazer uma fórmula de café mais durável.  Sim! Foram os brasileiros que inspiraram os suíços a inventar essa “moda” de café instantâneo, que foi lançada finalmente em 1938 e hoje, a marca Nescafé é a mais valiosa dessa empresa.

  1. O mundo está pegando fogo? Refresque-se com uma Fanta!

Pouca gente sabe, mas o refrigerante Fanta foi inventado em 1940,  no período pós Segunda Guerra Mundial, na Alemanha!

A fábrica alemã da Coca-Cola se viu em um beco quase sem saída quando, por uma sanção dos Aliados (França, Inglaterra, EUA e URSS), estava proibido o comércio e trânsito de produtos para os países do Eixo (Itália, Alemanha e Japão).

Dessa forma, era impossível atravessar essa fronteira com o xarope que dá origem ao produto da embalagem vermelha. O que fazer, então? 

Fechar a fábrica e amargar prejuízo incalculável? A solução foi desenvolver uma nova bebida a base de restos de maçãs e leite. Assim nasceu a marca Fanta, que significa Fantasieden, ou, o mundo da imaginação, em alemão. 

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Rinck Content Studio on Unsplash

A fórmula passou por muitas modificações, mas foram eles, os italianos(!), criaram a versão com laranja dessa bebida, em 1955, e que faz sucesso até hoje. Atualmente a Fanta tem 92 sabores diferentes, é vendida em 188 países e ostenta o terceiro lugar em vendas no planeta, no ranking da Companhia The Coca-Cola. 

5. Acabando a quarentena,  AIRBNB para compartilhar espaços!

Em 2008, outra bolha estourada nos Estados Unidos, agora do segmento imobiliário, tirou o chão de muita gente. Era mais uma recessão global e, dessa vez, tínhamos tecnologias novas, caminhos inusitados abertos pelas mídias sociais digitais e um novo conceito para o termo “compartilhar”.

Sem dinheiro para pagar o aluguel de onde moravam em São Francisco, Califórnia, Brian, Joe e Nathan decidiram alugar os cômodos do apartamento deles, a sala, cozinha e quarto dos fundos, colocaram um colchão inflável e em apenas uma noite montaram uma plataforma para testar se funcionaria.

Se não havia dinheiro, era hora de explorar os espaços úteis que se podiam alugar, de pessoas para pessoas, criando um mercado comunitário e ajudando a reanimar a economia.

O Airbnb se tornou uma das principais plataformas de hospedagens no mundo. Hoje estão presente em mais de 30 mil cidades e 192 países, oferecendo de espaços convencionais á iglus, casas em árvore, barcos, etc.

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
Photo by Tom Verdoot on Unsplash

Assim que tudo entrar na normalidade, pense nos espaços de seu escritório ou outros que possam gerar receita e converse com a Fernanda Mourão, para desenvolver um hackable workspace que ajude a recuperar o tempo parado.

Provavelmente essa gigante do sharing economy, a Airbnb fará investimentos ainda mais agressivos e aumentar suas receitas, e você poderá se beneficiar disso.

Enxergar além dos problemas, é possível?

Imagine o dilema de um doceiro sem chocolate em um país destruído, de um barão sem café, de um sonhador sem teto, de um fabricante de refrigerante sem matéria prima, e de um proprietário com  quartos vazios…

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Oportunidade de negócios na crise: é possível enxergar além dos problemas?
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Mas, toda crise traz seu antídoto escondido na manga, e para que ela lhe entregue esse tesouro, você precisa:

Manter a calma e olhar além dos problemas, assim como fizeram pessoas comuns que superaram grandes dificuldades, geraram renda e valor, criaram oportunidades e postos de trabalho. E no final, ainda tiveram orgulho de si mesmas.

Você também pode olhar além das barreiras e reescrever sua história com um capítulo em que a prosperidade siga com você de mãos dadas!

 Respirar fundo, controlar os medos, pescar oportunidades, praticar mindfulness, desfrutar da companhia de quem o rodeia,   voltar ao points of you, cultivar o espírito antifrágil e se educar para sentir as melhores emoções, vão tornar tudo mais suportável. 

E quando sua mente estiver distraída, concentrando-se no presente momento,  o seu inconsciente fará brotar uma saída tão óbvia, que vai parecer até engraçado.

Quer apostar? Deixe sua mensagem nos comentários!

Fonte: Estadão – 12/09/2016

Antifrágil: um caminho para vencer as crises?

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Antifrágil: um caminho para vencer as crises?
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De tempos em tempos o mundo é sacudido por conflitos bélicos, catástrofes naturais, atos terroristas e (pan)epidemias.

Muitas vezes nos sentimos impotentes. As decisões e o enfrentamento são demandados por quem está acima de nós. E essas figuras públicas eleitas pela maioria podem não ser quem escolhemos (ou confiamos), como é o caso de prefeitos, governadores, secretários de segurança pública, deputados e senadores, ministros ou presidente da república.

E nesses momentos é muito fácil entrar em parafuso e despender tempo e recursos agravando ainda mais as consequências no âmbito pessoal, familiar, profissional ou comunitário.

Se você se identifica com essa situação, está na hora de conhecer o conceito de Antifrágil de Nassim Nicholas Taleb.

Antifrágil, um conceito de Nassim Nicholas Taleb
Imagem: Facebook

Quem é Nassim Nicholas Taleb e por que devo acreditar nele?

Taleb é um professor de riscos do Instituto Politécnico da Universidade de Nova York e também um próspero investidor do mercado financeiro, ambiente cheio de incertezas, imprecisões e ameaças e campo de experimento de suas teorias.

Graças ao seu profundo conhecimento de probabilidades e análise de riscos, no início de 2000, ele previu a crise que quebraria o banco Lehman Brothers, nos EUA.

Em 2004 escreveu o livro Iludido pelo Acaso: a influência oculta da sorte nos mercados, na vida e em 2007, A lógica do cisne negro, e entre outros livros, em 2012 lançou Antifrágil: Coisas que se beneficiam com o caos.

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Antifrágil, a lógica do cisne negro
Photo by Paweł Czerwiński on Unsplash

Antifrágil, A lógica do cisne negro

Nesse livro Taleb faz o que só a genialidade consegue – nos mostra o óbvio.

Ele nos apresenta um personagem que já conhecemos e com quem convivemos, desde o nosso nascimento e que nos acompanha até o último suspiro. 

Porém, a maioria de nós não o considera em seus planejamentos.

Estamos falando do imponderável –  acontecimentos no nível pessoal ou coletivo que criam frequentemente situações imprevisíveis e inesperadas e mudam o rumo de nossas vidas e a história da humanidade. 

E depois do acontecido, ficamos buscandos explicações e maneiras de evitá-las.

O nome do livro, que até parece aleatório, diz respeito a um fenômeno acontecido no século XVII na Austrália e que causou comoção : o raro surgimento de cisnes negros.

Começava a nascer o conceito de Antifragilidade que seria aprofundado no best seller: “Antifrágil: Coisas que se Beneficiam com o Caos”. 

Como tirar proveito do Caos?

Cada ser humano, diante de uma situação caótica, vai buscar formas de sobreviver e resistir no momentos de incerteza e vulnerabilidade, mesmo sendo frágil.

A antifragilidade vai além, é necessário aprender com os infortúnios e melhorar suas habilidades e soft skills.

Assim como um boxeador que assimila os golpes do oponente, mas, ao mesmo tempo, trabalha suas próprias fraquezas e fortalece as defesas, enquanto espera as oportunidades de ataque, quando o outro abaixa a guarda, utilizando técnicas que sequer treinou.

Antifrágil e a linha divisória entre resiliência e teimosia

Quando um boxeador é resistente aos golpes ele pode até vencer uma batalha, mas, se não souber tirar proveito das situações estressantes no ringue, provavelmente não levará o cinturão para casa.

Se apenas resistimos em momentos de crise, sem perceber como podemos melhorar nossas aptidões e sem procurar mudar hábitos e circunstâncias que possam diminuir os estragos do caos, atravessamos o limite da resiliência e entramos no campo da teimosia.

Não seria hora de fazer uma autoanálise sobre nossas crenças pessoais, nosso modelo de liderança e nossa maneira de responder em momentos difíceis?

A antifragilidade nos levará a dar um passo em direção a mudar nossa visão e aprender a dar as melhores respostas nos momentos de estresse e perigo, passando por eles enquanto aprendemos a perceber a origem dos problemas, os fatores que o agravam e como evitar ao máximo os seus estragos.

Como ser antifrágil na vida profissional e pessoal?

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Antifrágil: mudando as perspectivas
Photo by Elise Goy on Unsplash

Muitas situações de nossa vida profissional fogem da nossa lógica e compreensão.

Segundo Taleb, a rotina empresarial é uma sucessão de imprevistos e situações que não se pode controlar.

Por isso, nao fuja dos problemas, aceite-os com naturalidade e torne-os  desafios estimulantes. 

Mudando sua perspectiva eles provavelmente mudarão de tamanho – para menor .

E, embora seja um conceito focado no ambiente empresarial, o antifrágil pode trazer muitos benefícios para a vida pessoal de cada um de nós.

Prepara-nos para a ação e os questionamentos transformadores.

Como diminuir os impactos diretos das crises em nossa vida?

O que essa situação está nos ensinando?

Coronavírus e a filosofia antifrágil

Estamos atravessando um momento bastante propício para testar a antifragilidade.

Diante da histeria coletiva e a ameaça real e iminente há oportunidades que precisam ser enxergadas, para que possamos melhorar a vida da coletividade.

A experiência de home office que a maioria das pessoas estão podendo experimentar, pela primeira vez, é uma grande ocasião para tornar as cidades mais sustentáveis, desonerar os transportes públicos, melhorar a qualidade do ar.

Mudar a visão que temos de acontecimentos indesejáveis nos ajudam a encarar com coragem os riscos. E pode potencializar nossas melhores habilidades nos relacionamentos com os outros e com nosso próprio dinheiro.

Também serve de guia para o amadurecimento pessoal e emocional, colocando-nos como protagonistas de nossa própria história, independente do enredo ou do capítulo que estamos vivendo. 

Quais serviços ou produtos você pode oferecer nesse momento para colaborar?

Quais serão as demandas que poderão surgir quando tudo isso passar?

aerial view of boat sailing on blue ocean
Antifrágil: um barco para atravessar as crises
Photo by Daniel Kuruvilla on Unsplash

Antifrágil: um barco para atravessar as crises

Todos nós, algumas vezes, nos perguntamos qual a nossa culpa e por que estamos sofrendo.

Esse sentimento de impotência diante de situações que não podemos controlar aumenta a nossa angústia e colabora para o crescimento do caos, nos momentos de incerteza.

Aceitar que acontecimentos ruins fazem parte da nossa jornada e buscar nossa melhor versão diante disso é um caminho possível, viável e tranquilizador.

A antifragilidade é um barco para atravessar os momentos de crise, bem vindo a bordo!

Mindfulness: 8 coisas que desmistificam e 5 formas de praticar

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Mindfulness: 8 coisas que desmistificam e 5 formas de praticar
Photo by Lesly Juarez on Unsplash

Em nosso texto  Mindfulness, você sabe o que é? falamos dos benefícios dessa prática.

Agora, vamos falar de oitos coisas que vão lhe ajudar a colocar essa ferramenta em seu dia a dia e como você pode iniciar sua prática, de forma simples e imediatamente.

Quanto mais cedo você começar, melhor.

No começo, você vai ter que se esforçar um pouquinho para criar a disciplina necessária para manter esse hábito nos primeiros 30 dias, mas depois, provavelmente ele fará parte da sua rotina, como é escovar os dentes.

Vamos praticar?

Mindfulness: contemplar a beleza é um exercício
fonte: The Telegraph


8 coisas para desmistificar o Mindfulness

Essas dicas são do site Jersey Shore Scene,  criado por Tracey Hall, uma garota que mora em Jersey, uma ilha do canal da Mancha e que criou esse espaço cibernético para que sua comunidade pudesse compartilhar seu conhecimento.

O lugar tem uma paisagem de beleza impressionante e isso pode ter ajudado muito na construção do Mindfulness dos seus moradores.

Aproveite essas dicas:

  1. Mindfulness não é uma prática exótica ou obscura. Como falamos em nosso texto anterior sobre o tema, é um acessório que vem de fábrica, e você pode até já estar praticando com outro nome … 
  2. Ele é bem simples e não tem nada complicado: todos nós estamos aptos a fazer a partir de agora e não requer nenhuma condição especial. E a ciência já demonstrou seus benefícios.
  3. Você não precisa mudar nada. Nenhuma solução que necessite de uma mudança de quem somos pode dar resultados duradouros.  O exercício de atenção plena nos ajuda a reconhecer e desfrutar de tudo o que temos de melhor em nós.
  4. É um fenômeno que tem um potencial transformador da sociedade, porque é democrático: qualquer pessoa pode fazê-lo independentemente das suas crenças. E é fácil de aprender.
  5. É para toda a vida e quanto mais você pratica, mais quer praticar. Faz com que despertemos nossa consciência. Nos ajuda a aprender a agir com mais consciência e senso de propósito em tudo que fazemos, diminuindo ou eliminando o stress.
  6. Provoca pequenas mudanças, mas constantes, que somadas, darão um melhor significado à sua vida.
  7. Pratique e comprove o que a ciência já atestou: traz benefícios para a saúde, proporciona equilíbrio emocional que resulta em aumento da felicidade e , maior satisfação no trabalho e relacionamentos.
  8. Isso gera inovação. Ao lidarmos com a crescente complexidade e incerteza do mundo, a atenção plena pode nos levar a respostas efetivas, resilientes e de baixo custo para problemas aparentemente que não toleramos. (ipsis litteris)

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Mindfulness: viva intensamente cada momento da sua rotina
Photo by Valerie Elash on Unsplash

Como praticar Mindfulness?

Você pode trabalhar essa técnica executando praticamente tudo.

Basta manter o foco totalmente naquilo que você está fazendo e sentir e observar profundamente este momento, desenvolvendo uma atenção relaxada. Quando seu pensamento voar para longe, traga-o de volta sem brigar consigo mesmo. 

Desenvolver a paciência com você próprio é um dos objetivos dessa técnica.

Mas, para facilitar seu início, segue algumas dicas que retiramos do site Cristiane Rocha Thiel.

5 formas de praticar enquanto faz outra coisa

Mindfulness: viva intensamente cada momento da sua rotina
Photo by Abdiel Ibarra on Unsplash
  1. Caminhar – concentre-se primeiro na sensação dos seus pés tocando o chão, na aceleracao da sua respiração e em toda a movimentação do seu corpo.
  2. Comer – essa é uma atitude que fazemos, muitas vezes, automaticamente, enquanto assistimos a canais do Youtube ou Tv. Lendo e-mails ou respondendo mensagens. Pare, desligue-se de tudo e desfrute vagarosamente do sabor de cada porção. Mastigue calmamente, sinta passo a passo a fome ir embora. Lembre-se de respirar.
  3. Ouvir atentamente – outra ação que fazemos automaticamente e que, aos poucos, vamos ignorando aqueles sons que fazem parte da rotina. Pare agora de ler esse texto por um instante… O que você está ouvindo nesse momento? Motores de carro? Buzinas? Pássaros? Panelas batendo ou apenas o som da sua respiração?
  4. Escovação consciente – escovar os dentes é uma daquelas coisas que a gente faz a tanto tempo que nem pára para prestar atenção.  Qual é mesmo o sabor da sua pasta? Você consegue se lembrar do formato de cada dente? Pare de pensar em “abobrinhas” e dedique-se apenas a si mesmo nesse momento.
  5. Natureza – sentimo-nos tão afastados da nossa própria natureza, quanto mais da que nos rodeia… Você seria capaz de dizer em qual estação do ano estamos, apenas olhando a paisagem ao redor? Consegue se lembrar das diferentes folhas e suas nuances de cores (das árvores) que estão perto de você?

Agora que você já sabe como começar, aproveite cada momento de pausa para treinar.

No próximo texto sobre Mindfulness vamos dar dicas de lugares e aplicaticos que ajudam quem quer praticar! Esperamos você lá.

Home office na crise: oportunidade?

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Home office na crise: oportunidade?
Photo by Aleks Dahlberg on Unsplash


危機 esse ideograma chinês que se traduz como CRISE sempre foi utilizado para motivar, dizendo-se que também é sinônimo de oportunidade.

Embora a tradução não esteja correta,  segundo o site Wikipédia, não podemos negar que PERIGO e OPORTUNIDADE são lados de uma mesma moeda.

O mundo está sendo varrido por uma grande crise e esse texto foi escrito por alguém que está confinado por determinação das autoridades do governo britânico, em um dia que linhas de metrô começaram a ser suspensas.

Isso não deveria afetar a vida de quem faz há algum tempo trabalho remoto, mas a verdade é que mesmo para quem já vive a rotina de home office essa crise pode trazer questionamentos e oportunidades.

Home office na crise: isolamento social
Photo by Markus Spiske on Unsplash

Isolamento social, qual é a novidade?

De repente todo mundo se deu conta de que agora é necessário se isolar. Não se pode mais se reunir, falar olho no olho, de perto, abraçar e beijar.

Cada um agora, para se proteger e proteger aos outros, vai necessitar ficar na sua bolha.

Mas, já não era isso que vínhamos fazendo?

Quantas reuniões de família aconteciam em que as pessoas ficavam cada um no seu mundo, manipulando o celular?

Antes dessa pandemia, falávamos de como o isolamento social vinha prejudicando nossa saúde emocional e nos assustamos com o aumento do suicídio em todo o mundo.

Agora, vamos ter que continuar a cultivar esse isolamento, mas não por conta própria e sim por um acaso do destino, Deus, lei da causa e efeito, morcegos da China, guerra bacteriológica ou o que quer se seja que gerou esse vírus.

Botão de reset: volta à essência

Home office na crise: “reset” para voltarmos à essência
Photo by JR Korpa on Unsplash

Parece que algo ou alguém mais poderoso que nós resolveu apertar o botão RESET e nos fazer voltar para a essência de tudo: 

  • valores familiares, 
  • responsabilidade consigo mesmo e com os outros,
  • valorizar trabalhos que não eram lembrados,
  • percepção da importância de cada gesto, 
  • olhar cauteloso com o lado dos outros,
  • discutir e propor soluções ao invés de apenas apontar culpados,
  • lutar contra ameaças reais…

Mas o medo e o egoísmo que esvazia gôndolas de supermercado, dissemina fake news e piadas de mal gosto e a ansiedade de “se salvar” estão criando um “vírus” maior que o Corona.

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Home office na crise: não deixe que o medo seja maior que o Corona.
Photo by Boris Dunand on Unsplash

Fique atento para não cair nessa! Como nos proteger de tudo isso?


Hora de ocupar a mente

Ocupe sua mente com tarefas produtivas.

Que tal começar a escrever seu primeiro livro? Montar aquele quebra-cabeças que você nunca termina ou arrumar as gavetas?

Está preocupado com o futuro do seu trabalho? Procure um curso on-line que possa enriquecer seus conhecimentos. Acesse o Google Academico ou debruce-se sem pressa sobre o seu currículum e capriche na reformulação dele.

Agora é hora de conhecer melhor o mindfulness e ficar exatamente focado no presente momento, fazendo com extrema consciência cada movimento do seu corpo e mente.

Não sobrecarregue o seu emocional pensando o que será que vai acontecer com o planeta.

Se você está em home office concentre-se na sua área de atuação: sua casa, seu quarto, seu desktop e nas tarefas que planejou para o seu dia.

Se você tem a chance de fazer trabalho remoto pela primeira vez, sugerimos que leia alguns de nossos posts:

Marinheiros de primeira viagem

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Home office na crise: cuide da sua cabeça
Photo by K. Mitch Hodge on Unsplash

Quem experimenta pela primeira vez essa forma de trabalhar, compulsoriamente, terá de passar por algumas circunstâncias até que consiga produzir de maneira mais fluída e feliz.

A preocupação com os entes familiares que podem estar no grupo de risco poderá tirar o seu foco.

E se você fizer parte desse grupo vai se sentir mais vulnerável tendo de lidar com uma solidão imposta.

O início do trabalho remoto deveria ser um momento de excitação positiva e até uma conquista sonhada,  mas, a essa altura dos acontecimentos, tem sido tomado como uma medida carregada de pesar e medo.

Respire fundo e procure enxergar as coisas da forma mais tranquila e racional possível , adotando os procedimentos recomendados por médicos e autoridades epidemiológicas e as técnicas do mindfulness.


Home office na crise: um roteiro para a Netflix


Essa experiência parece ter sido escrita por algum roteirista de Hollywood ou Netflix, mas ela terá um final feliz, temos que acreditar nisso!

Quando tudo isso passar, voltaremos a viver livres novamente para ir e vir como e quando quisermos.

Nesse momento, esperamos que todos tenhamos conseguido abandonar os velhos hábitos do auto-isolamento voluntário de outrora, redescobrindo o prazer de viver em sociedade.

Economia compartilhada (Sharing Economy)

O que é?

O que tem sido compartilhado?

Para onde vamos?

cupcakes with green toppings and two plate with one cupcake on top with fork on side
Economia compartilhada
Photo by Skyla Design on Unsplash


Quando ouvimos o termo economia compartilhada logo pensamos que a Airbnb foi a precursora, como muitos canais da mídia divulgam.

Em uma matéria do site www.ns-businesshub.com ela está no topo de uma lista de nada menos que 15 empresas que movem esse mercado bilionário.

Mas, a verdade é que o senso empreendedor da humanidade sempre nos moveu para a economia de compartilhamento.

Os escambos, antes do surgimento das moedas, os senhores feudais que trocavam terras por mão-de-obra e proteção, índios trocam entre si colheitas e caças.

Esses são apenas alguns exemplos de ferramentas da economia de compartilhamento que vem se renovando e assumindo novas roupagens, conforme ocorrem as mudanças no cenário mundial.

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Economy sharing: timeshare – precursora moderna
Photo by Tholaal Mohamed on Unsplash


Timeshare: a precursora moderna

Timeshare é o nome “genérico” de uma empresa que foi fundada em 1983, ou seja, 25 anos antes da “famosa pioneira do segmento hoteleiro de 2008”.

O conceito de timeshare nasceu de uma visão empreendedora da dona de casa americana, Jackie, que tinha adquirido junto ao seu marido uma suíte em um resort.

Percebendo que eles desfrutavam muito pouco desse investimento e que isso gerava uma alta despesa, ela resolveu oferecer frações do imóvel para que cada co-proprietário pudesse desfrutá-lo aproximadamente por uma semana por temporada.

Isso diminuiria os gastos com manutenção e aumentaria as ofertas de novos destinos para sua família.

Já naquela época as férias do seu marido – como de muitas outras pessoas – eram divididas em semanas e distribuídas ao longo do ano.

Por essa razão, se eles compartilhassem um imóvel com outros investidores, poderiam ter vários imóveis para visitar lugares diferentes em cada pequeno recesso.

Então, Jackie passou a ficar muito tempo ao telefone negociando, com outros proprietários de outras unidades, a troca das frações.

O marido de Jackie, David A.Siegel, que pagava a conta das chamadas e era um homem de negócios, percebeu que essa iniciativa da esposa estava pesando no orçamento mas que era uma oportunidade que poderia render bons frutos.

E assim, nasceu a empresa  Westgate Resorts Ltd., que em 2016 faturou a impressionante cifra de U$S 1,21 bilhões!

Essa empresa conta com hotéis parceiros nos melhores destinos do mundo, inclusive em toda a costa brasileira.

group of children playing egg chocolate
Economy sharing: compartilhar para faturar
Photo by Sophie Elvis on Unsplash

Compartilhar para faturar

As necessidades movem o mundo, mas o que perpetua o sucesso das mudanças é o impacto que ela traz no bolso de cada um.

A idéia de ter a propriedade de algo e só você usar, mesmo que pouco, e assim construirmos mais e mais coisas para as pessoas terem, está caindo por terra. Não só o impacto financeiro para cada um, mas também o aumento da preocupação com sustentabilidade, tem nos feito refletir sobre o sentido de ter uma só propriedade, carro, equipamento, quando podemos compartilhar custos e usar vários.

A era do “ter” dá lugar a do “usar”, e assim algo pode ser compartilhado entre varias pessoas e usado plenamente ao invés de ficar parado ao dispor de uma só pessoa.

Olhar para um problema e criar uma oportunidade de monetizar é o caminho natural de muitos investidores.

Provavelmente foi assim que nasceram essas empresas de compartilhamento:

  • Airbnb: acomodações para viajantes
  • Uber: motorista e carro
  • Tembici: bicicletas
  • Unsplash.com: imagens e videos
  • Outoo: locais para trabalhar
  • Lime: bicicletas
  • Blablacar: caronas
  • Armário compartilhado: roupas e acessórios de moda
  • Yelp: informações de locais turísticos
  • Doghero: acomodação e serviços para pets
  • Groupon: compras coletivas
  • Freelancer.com: compartilhamento de projetos
bowl of tomatoes served on person hand
Economy sharing: qual é o próximo passo?
Photo by Elaine Casap on Unsplash


Economy Sharing: qual é o próximo passo?

O compartilhamento de recursos que são subutilizados é uma forma de mover a microeconomia que desemboca na macro Gig Economy.

Pelo que parece, isso sempre existiu e sempre existirá…

Os aplicativos aceleraram esse processo, mas a história da humanidade está cheia de exemplos do sistema de economy sharing, desde o início.

Os apps facilitam tudo para que as pessoas possam oferecer e encontrar seus parceiros para essa movimentação, que tem sido a mola mestra do desenvolvimento da economia global até os dias de hoje .

Enquanto você lê esse texto, em algum lugar do mundo, está nascendo mais uma iniciativa de compartilhamento – que pode deixar alguém rico – então… 

O que você poderia compartilhar com a sua comunidade que pode gerar valor?

Não sabe? Que tal pensar nas suas próprias necessidades que podem até não serem diárias mas que, cada vez que você precisa suprir é uma dor de cabeça para encontrar uma solução?

Talvez aí você tenha uma pista de algum negócio incrível!

Na plataforma da Outoo você pode disponibilizar seu espaço de trabalho para ser compartilhado, basta cadastrar um perfil por lá como “escritório privativo” e começar a ganhar dinheiro com locações temporárias por horas, dias em períodos que você quiser.

Compartilhe com a gente suas ideias e com os seus amigos esse post, quem sabe vamos ajudar a criar novos bilionários?

Mindfulness, você sabe o que é?

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Mindfulness: saiba o que é
Photo by Keegan Houser on Unsplash

Mindfulness é um termo que ganhou notoriedade em razão da importância com que a maioria dos Coaches tem abordado esse tema.

Muita gente acaba repetindo essa palavra sem saber, na verdade, o que ela significa.

Segundo o site https://www.psychologytoday.com,  é uma tradução de sati, do dialeto Pali, de origem da antiga Índia.

Em manuscritos budistas ela aparece com o significado da capacidade da consciência em estar desperta no momento presente.

Embora fosse utilizado por monges, o mindfulness não é uma prática religiosa e sim um exercício de observação da mente que serve para qualquer pessoa, independente de sua crença e até para os agnósticos e ateus. 

water ripple
Mindfulness: melhore todos os aspectos da sua vida
Photo by Levi XU on Unsplash

Uma prática para melhorar a sua vida

Na prática, é uma ferramenta para aumentar:

E diminui o stress de forma considerável!

person standing in front of green plants
Mindfulness: aprenda a praticar
Photo by Motoki Tonn on Unsplash

Como praticar?

Basicamente, Mindfullnes é a habilidade humana de manter a mente totalmente fixada no presente momento.

É estar ciente de onde estamos e o que estamos fazendo, sem darmos mais importância aos acontecimentos que nos rodeiam do que para a nossa própria consciência. É observar sem agir (ou reagir) de forma impulsiva ou inconsciente.

Esse comportamento reativo e instantâneo, sem muita ou nenhuma reflexão, tem sido muito comum após os aparelhos celulares tornarem-se uma extensão do nosso próprio corpo, e nos colocando em atividades e reacoes em tempo recorde como se fossemos maquinas de inteligência artificial.

O uso indiscriminado da tecnologia tem aumentado a frequência com que nos colocamos no automático e apenas agimos de forma reativa, acumulando anos vividos vazios de significado.

O primeiro passo é compreender que isso não é saudável e pode prejudicar também outras áreas da nossa jornada.

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Mindfulness: acessório que vem de fábrica
Photo by Juan Giraudo on Unsplash

Um acessório que vem de fábrica

Essa técnica de meditação é nosso acessório de fábrica. Sim! Todos nós temos capacidade de praticar naturalmente o mindfulness, mas esquecemos como fazê-lo, assim como perdemos o hábito de nos alongarmos.

E você pode praticá-la sentado, caminhando, tomando banho, em pé em uma fila e até deitado (o que pode levá-lo ao sono mais rapidamente).

Basta pequenas pausas para despertar a mente através de rápidos exercícios de yoga ou meditação que você pode combinar com a prática de exercícios físicos.

Você provavelmente não notará de imediato grandes mudanças na sua vida, mas a prática corrente lhe proporcionará um prazer de estar consigo mesmo que nenhuma outra atividade ou circunstância lhe traria.

woman wearing white long-sleeved shirt
Mindfulness: um carinho que só a gente pode se fazer
Photo by Emilia Niedźwiedzka on Unsplash


Mindfulness: efeito imediato de um carinho

O Mindfulness tem o efeito de um carinho que só você pode lhe fazer.

São momentos de pequena duração que aumentarão a sua intimidade com você mesmx, religando-x com as coisas que você mais necessita, sem precisar julgar ninguém, explicar nada ou justificar.

É uma pílula mágica da paz e do autoempoderamento, que vai colocar você no controle da sua vida e das suas emoções.

Pronto para experimentar? Aguarde nosso próximo post sobre o assunto!

Desks setups: retratos da organização

Desks setups: retratos da organização
Photo by Robert Bye on Unsplash

Um dia acordamos e nossa timeline do Instagram estava inundada de fotos de mesas de trabalho, mostrando a organização e o cuidado de quem se prepara para mais um dia.

São diversos perfis que a cada dia postam diferentes tipos de Desk Setups, ou seja, configurações de organização de mesa e tipos de equipamentos a pessoa tem, como onde fica o teclado, o mouse, cada monitor (no caso de mais de um), os fones, os acessórios de organização que são usados, enfim… pode parecer loucura, mas há uma legião de aficcionados, assim como aquelas pessoas que gostam de ver imagens de armários de roupas super organizados.

Basta buscar hashtags como #desksetup , #deskorganization , #deskspace , #deskaccessories para conferir! Aqui mostramos alguns dos setups que achamos mais interessantes:

Se essa preocupação é importante quando estamos em um ambiente corporativo, cheio de “amarras” para não perdermos o foco, ela é imprescindível quando o trabalho é remoto.

Por isso, resolvemos entrar nessa nova onda e bolamos dicas para que você e seu desk setup fiquem bem na foto!

Desk setup: beleza que pôe mesa

turned-on silver laptop on white wooden table
Desk setup: beleza que põe mesa
Photo by Ella Jardim on Unsplash

Uma mesa bonita, organizada e limpa podem fazer maravilhas para aumentar a sua autoestima e produtividade.

Mandar para o seu cérebro a mensagem que você está em um lugar inspirador e acolhedor, poderá abrir as portas da criatividade e fazer o trabalho fluir.

Além do momento da foto, procure manter sempre o local com cheirinho de limpeza,
por isso, é bacana criar o hábito diário de limpar a mesa.

Aproveite os momentos de se alongar e caminhar para levar os copos usados e esvaziar o lixinho.

turned off flatscreen computer monitor
Desktop setup: bonito e extraxordiário
Photo by Annie Spratt on Unsplash

Bonito e extraordinário

Além de bonito, seu local de trabalho deve ser extraordináriamante confortável.

Ergonomia é um assunto sério. Doenças crônicas como LER (lesão de esforço repetitivo) podem acabar com o prazer de estar no seu desk.

Apoio para os pés, cadeiras com regulagem de altura e encosto e manter o ângulo de 90º do seu braço com o antebraço na hora de digitar são essenciais, além de um mouse que lhe dê mais conforto.

Confira algumas dicas em um post que fizemos sobre presentes para freelancers.

turned on flat screen monitor and black laptop computer on table
Desk setup: cores para as fotos e para a vida real
Photo by Alexandru Acea on Unsplash

Cores para as fotos e para a vida real

Quando o assunto são melhores fotos, a iluminação e a escolha de cores são relevantes.

Só não podemos esquecer que as cores têm a função de equilibrar os ambientes e harmonizá-los com nossas preferências e expectativas.

A cromoterapia poderá lhe ajudar a criar ambientes que estimulam sua produtividade.

black flat screen computer monitor; keyboard; speakers; mouse on desk
Desk setup: bonito por fora e por dentro
Photo by Ryan Yao on Unsplash

Por fora, bela viola, por dentro….

nada de pão bolorento!

A sua estação de trabalho não pode ser só atraente aos olhos, precisa estar voltada às suas necessidades, peculiaridades da sua profissão e organizada de forma a te atender rapidamente no dia a dia evitando perda de tempo de procurar coisas que você precisa com frequência.

Investir em um tempo para organizar (e testa-lo até chegar na configuração ideal) sua mesa de trabalho pensando nas atividades que você mais executa, pode te salvar muito tempo e evitar stress desnecessário na rotina diária. E claro, a cada final do dia ou pelo menos da semana, reorganizar o setup para que ele se mantenha.

Seu pc, laptop e celular devem estar aptos a lhe oferecer a melhor experiência profissional, e para isso, conte com a ajuda de alguns apps.

flat screen TV
Desk setup: muito além da foto
Photo by bantersnaps on Unsplash

Desk setup: muito além da foto

Postar uma foto do seu desk setup é sinal de que você se sente orgulhoso de fazer o que faz, curte muito sua vida profissional e quer mostrar para as pessoas a forma como você se organiza que pode fazer sentido para elas também.

Buscar melhorias no espaço para renovar essa empolgação é uma das missões da criadora do Outoo . Quer saber mais sobre isso? Veja o que a consultoria de espaços do Outoo pode fazer por você clicando aqui ou envie um e-mail para oi@outoo.com.br.

Com base na biofilia e neuroarquitetura é possível criar ambientes fantásticos para se trabalhar e transformar seu ambiente em um cenário fantástico que vai muito além de uma foto!

Você gosta de fotografar seu desk? Deixe o link do seu Insta para podermos curtir!