Crise Mundial e Gig Economy: o que será de nós?

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Crise Mundial e Gig Economy: o que será de nós?
Photo by bruce mars on Unsplash

Quando achávamos que o mundo não poderia parar jamais e que a Gig Economy era o antídoto para todos os males das crises econômicas e falta de empregabilidade, eis que surge um inimigo invisível com a força e poder de destruição proporcionalmente inversos ao seu microscópico tamanho. 

De uma hora para outra, empresas como Uber, Airbnb e outras tantas da sharing economy se viram mergulhadas em uma recessão jamais experimentada por essas vedetes do mundo moderno.

Infelizmente, não só essas gigantes estão sendo atingidas – quem mais sofre são as pessoas comuns, como eu e você. 

O que necessitamos agora é acender a luz da lanterna do Antifrágil para nos guiar até o fim desse túnel e buscar oportunidades para resistir e melhorar quem somos nós.


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Crise mundial: pare o mundo que eu quero descer!
Photo by Ronaldo de Oliveira on Unsplash

Pare o mundo que eu quero descer

Essa é a letra de uma música que cantava Silvio Brito na década de 70.

O refrão dizia: “tá tudo errado, tá tudo errado”.

Pois é, cinquenta anos depois não consertaram e ainda piorou.

E isso me lembra uma máxima que diz: “cuidado com o que você quer, pois vai acabar conseguindo!”

Mas, para tudo tem sempre uma saída, então, vamos respirar fundo e olhar para esse cenário caótico e compreender o que podemos fazer agora?

Valorização dos serviços da Gig Economy

Se o momento pede calma, cautela e distância, a valorização dos crowd workers que conseguem trabalhar em rede, conectados em parceiros no mundo todo, é uma consequência natural.

Essa aparente desacelerada que o globo terrestre deu favorece o exercício de análise de riscos e oportunidades e o planejamento mais cuidadoso, procurando ações positivas com os dois pés no chão. 

Em lugar de estar se lastimando, aceite o que está ocorrendo como um acontecimento inevitável e com o qual não poderemos lutar. 

Procure enxergar e tirar proveito das oportunidades.

Otimização do tempo e reorganização da vida 

Se sua vida pessoal girava em torno da mesa do escritório da companhia, agora é o seu trabalho que deve aguardar no seu desktop setup enquanto você almoça com sua família, com seu gato, ou com seu peixinho dourado.

O tempo de deslocamento pode virar a hora da ioga, ou de um curso on line de outro idioma.

Reorganizar a sua vida profissional acomodando-a de forma a manter um balanceamento mais saudável da sua vida vai melhorar sua saúde, imunidade, disposição e autoestima.

Flexibilidade

No começo, talvez algumas empresas e superiores vão achar que precisam ficar checando se os colaboradores estão realmente trabalhando e produzindo.

É bem possível que seja necessário alguns ajustes até que tudo comece a funcionar da forma correta no home office.

Porém, pelo que sabemos, é possível imaginar que após isso, eles levarão um susto! 

A produtividade costuma disparar quando estamos mais livres para criar e quando trabalhamos nas horas em que estamos mais dispostos.

Algumas pessoas funcionam melhor no período noturno e outras, depois de uma sesta (soneca) no meio do dia.

Talvez muitas empresas venham a repensar seus escritórios e procurem implantar a filosofia do hackable workspace.

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Crise mundial e Gig Economy: novos horizontes
Photo by Lefty Kasdaglis on Unsplash

Novos horizontes 

Talvez esse momento seja traumático para você e para sua família. Alguns empresários não terão suporte financeiro ou equilíbrio emocional para suportar tantas mudanças e a Gig Economy pode representar uma saída para esse momento. 

Saída essa que talvez se transforme em uma grande nova oportunidade.

Para aqueles que estavam acomodados por bons rendimentos mas se amarguravam e não conseguiam mais suspirar de felicidade com sua rotina, essa desaceleração poderá dar tempo de repensar a jornada e dar uma guinada na sua carreira.

Sempre há uma luz no fim do túnel.
Photo by Scott Eckersley on Unsplash

Crise Mundial: faça parte da solução, não do problema 

Sim, o momento é assustador, mas dessa vez todo mundo – literalmente – está no mesmo barco.

Se você já enfrentou crises pessoais sabe que muitas vezes enquanto estamos lutando contra os nossos problemas, muitos estao estourando champagne. Agora, todo mundo está sentindo as mesmas dores – e muitos outros estão doando a vida para salvar pessoas em hospitais.

Por isso, manter a tranquilidade e o equilíbrio emocional vai ajudar você a fazer parte da solução e não do problema.

Nunca vivemos uma situação global que todo mundo dependesse da prosperidade de todo mundo.

A felicidade de um é a felicidade de todos, por isso, todos se empenharão ao máximo para que tudo termine bem e logo.

Aproveite esse momento para exercer a gratidão, olhar além dos medos e das dificuldades.

Essa tempestade vai passar e outras crises virão. 

E estaremos muito mais fortes para enfrentá-las. Concorda? Deixe sua opinião nos comentários.

2 Replies to “Crise Mundial e Gig Economy: o que será de nós?”

  1. Se você tira os motoristas de Uber, acho que essa crise já dais mais força a “Gig economy”. Claro que em primeiro lugar estão os motoboys e entregadores (que é a “gig economy” que me dá mais medo), mas acho que todos os freelancers vão aproveitar das empresas que entenderam que se pode trabalhar juntos (e com custos muitos menores) sem estar no mesmo lugar).
    Os espaços de coworking pode ter impulso também. Acho que no próximo futuro muitas empresas deixarão os empregados trabalhar em casa. Vai acelerar-se uma tendencia que já estava presente: a nova sede da Alpargatas, por exemplo, foi desenhada para acolher só uma parte dos funcionários ao mesmo tempo. Imagino também que vão passar para o funcionário um valor para comprar o que precisar para que se possa trabalhar em casa: computador, tela, microfones de qualidade, cadeiras… mas não podendo trabalhar em qualquer casa (tamanho, filhos… ) acho que as empresas vão achar conveniente pagar para os funcionários que querem um espaço em um coworking perto da casa dele.
    Claramente devem ser coworking modificado para o distanciamento, e em bairros mais residenciais daquele onde se encontram agora, mas acho que o setor vai ter uma alta.

    1. Olá Adriano, obrigada pela colaboração. Sim, com certeza o gig Economy tem oportunidades positivas mas também desafios a serem enfrentados pela falta de estrutura e fluxo de novos entrantes que precisa ser organizado. E quanto aos coworkings, concordamos com voce, no medio prazo haverão muitas oportunidades aos que flexibilizarem planos e se adaptarem aos novos formatos.

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