Hyper-collaboration: os novos caminhos da inovação

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Hyper-collaboration: os novos caminhos da inovação
Photo by Josh Calabrese on Unsplash


Há mais de 20 anos o mundo corporativo tem experimentado mudanças comportamentais e estruturais que, pouco a pouco, vem redesenhando a forma de empreender, colaborar, trabalhar e gerar renda.

Os benefícios do compartilhamento de espaços (coworking, coliving ), geoengenharia e biofilia na parte estrutural e a consolidação do mercado freelancer e home office, como reflexo da filosofia Gig Economy e da revalorização da vida pessoal dos indivíduos, completaram esse novo ciclo com:

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Hyper-collaboration: o mundo trabalhando em rede
Photo by Clint Adair on Unsplash

O que é hyper-collaboration?

Hipercolaboração (em Português) é um sistema que nasce da cultura agregadora de empresas que, de forma direta, não seriam naturais parceiros.

É baseada na crença fundamental de que ecossistemas têm mais condições de satisfazer as necessidades do mercado e ir além, se antecipar.

São compostos por empresas e/ou microempresas que tenham como foco a inovação.

Elas conseguem produzir mais rápido, barato, com maior valor agregado, de forma mais sustentável e com a preocupação de que todas – e cada uma – tenham um comprometimento com a melhoria constante.

A agilidade em compreender as mudanças e se adequar é outro ponto forte da hipercolaboração.

E não espere um ambiente de paz e tranquilidade: paira sobre esses ecossistemas a competitividade acirrada para alcançar os melhores parceiros, as mais avançadas tecnologias, atrair e reter os mais valorizados profissionais – que podem estar trabalhando na mesa ao lado para um (ou mais) dos seus parceiros.

Além disso, a preocupação com a marca e com a venda do conceito de cada empresa é um ponto crucial que permanece, mesmo em um ambiente de co-parceria.

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Hyper-collaboration: 5 pilares sustentam essa mentalidade.
Photo by Micheile Henderson on Unsplash

5 pilares da Hyper-colaboration

Quando esse conceito começou a ser implantado, imaginou-se, no primeiro momento, em agregar empresas, startups, fundações, institutos de pesquisas e universidades do mesmo local físico ou região, como era o caso do Vale do Silício.

Mas, logo percebeu-se que os melhores parceiros e talentos não estavam apenas em um único espaço físico e então explodiu o crowd working.

O site www.consultancy.uk apontou os cinco pilares que sustentam esse sistema que se tornou global:

  • Visão – qual o propósito do seu futuro ecossistema e qual valor poderá ser criado?
  • Estratégia – qual o seu objetivo em fazer parte disso?
  • Navegação ou rota – como chegar até o que você procura?
  • Engajamento – como conseguir uma parceria com os melhores do mundo e tirar o melhor proveito disso?
  • Objetivo alcançado – conduzir o negócio para os resultados planejados com o mínimo de complexidade (máxima eficiência).
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Patentes na hyper-collaboration: inovando em rede mas preservando direitos
Photo by Markus Spiske on Unsplash

Aquecimento do mercado de patentes

Um dos sinais de que a hyper-colaboration está de vento em popa é o número crescente de patentes compartilhadas por várias companhias, em âmbito mundial.

O site www.consultancy.uk toma como exemplo o ecossistema de hipercolaboração para o projeto de direção autônoma, que conta com empresas dos seguintes segmentos:

  • TI & Telecomunicação
  • Aviação e Aeroespacial
  • Engenharia e eletrônicos
  • Institutos de Pesquisas
  • Automotivos
  • Suprimentos para automotivos
  • Manufaturados (não automotivos)

Essas empresas se tornaram co-proprietárias de patentes de forma exponencial.

Se, na média cada empresa tinha de zero a 8 patentes, agora, em conjunto, podem ter cerca de quarenta, ou mais.

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Hyper-colaboration: o que vamos ganhar com isso?
Photo by Antony Xia on Unsplash

Tecnologia, mobilidade e urbanização:

Mas, o que se pode esperar de retorno para a sociedade enquanto os novos Bills , Luizas Helenas, Abílios, Sheryls e Steves ora se degladiam pelos melhores talentos humanos e produtos, ora se juntam para comemorar mais um avanço?

O que pode ser notado é que, cada vez mais, as indústrias voltadas ao compartilhamento, entretenimento (como games e aplicativos), saúde e tecnologias para a melhoria da qualidade de vida e bem estar individual e sustentabilidade planetária estão mexendo na estrutura dos centros urbanos.

E isso tem gerado câmbios em projetos urbanísticos que estão começando a pensar nas cidades como smarties, orientando-se pelas diretrizes da ONU para a sustentabilidade e flexibilidade das metrópoles.

Hyper-collaboration: novos caminhos à nossa frente

Hyper-colaboration é um daqueles termos que, quando entendemos o significado, a nossa identificação é imediata.

Pensar que podemos fazer parte desse novo conceito de trabalho, auxiliando na construção de um mundo melhor, onde 2+2 é muito mais que 4, nos motiva a seguir adiante.

Sabemos que tantos heróis anônimos estão ajudando a escrever novos capítulos da evolução na relação capital x trabalho, e isso nos enche de esperança e inspiração…

E você já é um “hyper-colaborator”? Conte-nos suas experiências nos comentários.

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