Educação Emocional: Ensine seu filho a sentir!

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on tumblr
Share on reddit
Share on telegram
Share on whatsapp
Ensine seu filho a sentir

A Educação Emocional é um assunto que vem ganhando atenção dos educadores mais antenados com a nova forma de aprender.

Em nosso artigo Analfabetismo Emocional chamamos a atenção para a necessidade de se mudar os rumos da educação, que ainda hoje está formatada nos moldes do final do século XIX.

Segundo Dr. Giorgi Lozanov, criador do conceito Aprendizem Acelerativa, tudo aquilo de desperta emoção, aumenta exponencialmente a capacidade de ser absorvido.

Sentir: dificuldade de hoje

E a educação formal está apontando para esse tipo de estratégia.

Porém, nos dia de hoje, a dificuldade das novas gerações está sendo justamente essa: sentir.

Talvez as propagandas de família feliz das margarinas e geladeiras criaram em nosso insconciente um padrão de “felicidade” utópico e artificial.

Ou quem sabe, fomos contaminados pelos filmes e novelas que pregam que “vencer na vida” é andar de carro importado e morar no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro? Ou Jardins, em São Paulo?

Some-se a essa visão hedonista, a tecnologia com apelo imediatista, e a Educação Emocional vai pelo ralo.

Nossos filhos não sabem mais esperar. Nem perder. Nem lidar com frustrações. Tudo é feito e preparado para que as novas gerações sejam superestimuladas e distraídas nos momentos de sofrimento.

E isso acaba por “plastificar” os sentimentos de tal forma, que se não há momentos de tristeza, como saber o que seriam os preciosos momentos de alegria?

Sentir: dificuldade de hoje (Foto: Chinh le Duc – Unsplash)

A busca pela felicidade

A busca pela felicidade – e pela sua descoberta e definição – para os mais velhos, poderia representar um longo caminho a ser percorrido. Mas, sabiam o que era alegria e experimentavam com (certa) resignação a tristeza.

A tristeza de não ganhar, no Natal, o brinquedo desejado. De ter de desligar a tv bem na hora do seu programa favorito, porque alguém lhe ordenava tomar banho, ou o chamava para jantar em família, e até ir dormir.

Fazia parte da vida lidar com os próprios sentimentos e ser chamado a se colocar no lugar do outro.

A nossa busca pela vida perfeita e filhos superdotados está nos levando a resumi-los em mero “armazenadores” de informação. E isso é totalmente dispensável.

Estamos, sem querer, criando uma competição entre a capacidade cognitiva dos nossos filhos e a inatingível (humanamente falando) capacidade da Inteligência Artificial, de processar informações..

E essa é justamente a armadilha que devemos evitar.

Destacar seu filho da multidão não é dar a ele o computador mais célere, nem o celular de última geração da marca mais Top do mercado. Essas coisas são fabricadas em série, e daqui a três meses já serão ultrapassadadas por outras melhores.


Educação Emocional: hora de ensinar seu filho a sentir

Educação Emocional: Ensine seu filho a sentir!
Educação Emocional: Ensine seu filho a sentir!

Quanto tempo faz que você não segura na mão do seu filho? Já examinou cada linha da palma da sua mão, buscando as semelhanças com a sua?

Quando foi a última vez que você ficou olhando longamente nos olhos dele, sem pressa, e sem estar em alerta, esperando ouvir o aviso do aplicativo de mensagens apitar?

O que você faz quando seu filho chora na sua presença? Procura sempre distraí-lo, cede ás suas chantagens emocionais ou lhe oferece uma junk food? Ou senta-se do lado dele e dialoga para que ele aprenda a expressar e autoanalisar as suas emoções?

Será que você ainda sabe sentir ou esqueceu como faz?

Talvez seja a hora de ensinar enquanto reaprende. E se não souber como começar, procure ajuda profissional! 

Gostou do texto? Compartilha!

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *