Analfabetismo Emocional: como sobreviver na próxima década

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O Analfabetismo Emocional é um tema que vem ganhando grande importância atualmente.

A forma inadequada de lidar com a tecnologia – substituindo as relações pessoais por aplicativos, games e redes sociais – está causando em muitas pessoas um aumento na dificuldade em se relacionar em sociedade, gerando o isolamento social.

A crescente inaptidão em se relacionar com o outro é um sinal de que tão pouco estamos conseguindo entrar em contato com nossas próprias emoções.

No auge da Inteligência Artificial, nós, os seres humanos, estamos desaprendendo a única coisa que pode nos diferenciar dos robots, máquinas e computadores.

E é justamente a habilidade emocional que garantirá nossa sobrevivência, mantendo-nos atraentes para o mercado de trabalho, agora, não mais disputado entre humanos, e sim entre estes e as máquinas..

O que é o Analfabetismo Emocional?

Segundo o artigo “What is the Meaning of Emotional Illiteracy?” da Essay UK (uma Associação de Estudos Acadêmicos), o analfabetismo emocional é a incapacidade de uma pessoa em reconhecer, entender e responder à suas próprias emoções e das outras pessoas.

Essa aptidão natural tem sido perdida no processo de evolução devido à substituição dos relacionamentos sociais por ferramentas, como é o caso do celular e tablet, já acessível ao bebês.

Alfabetização Emocional

A alfabetização emocional é uma ferramenta de prevenção, que bem compreendida, pode ajudar a resolver vários problemas sociais, como  a violência, depressão, abuso de drogas, dificuldades de relacionamento e conflitos sociais.  

Nesse processo de aprendizagem, as pessoas são treinadas a redescobrir e desenvolver suas capacidades afetivas, sociais e emocionais.

E se divide em 5 etapas:

1- Habilidade em entender suas emoções e sentimentos

2- Habilidade em controlar suas emoções

3- Automotivação

4- Habilidade em responder positivamente às emoções das outras pessoas

5- Capacidade de sociabilização

2029 o limiar da Inteligência Emocional

As gerações que entrarão no mercado de trabalho em 2029 não terão a preocupação de armazenar conhecimento: com um simples “clique” saberão mais que muitos de nós sabemos, após vários anos de estudos.

Há pesquisas que já apontam que um computador em 2045 terá mais capacidade de raciocínio que toda a humanidade em conjunto.

A única forma de competirmos num ambiente tão desigual é fortalecermos os aspectos emocionais da nossa humanidade.

Mais do que nunca, é hora de focarmos na INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Como ensinar as próximas gerações a sobreviver?

Para ensinar seus filhos a sobreviverem nas próximas décadas, deixe o computador, o celular, o tablet e outros apps de lado.

Pegue na mão do seu filho, busquem juntos identificar as constelações à noite. Leia livros, conte histórias. Sorria e chore na frente dele.

Durma ele no seu colo e durma no colo dele.

Esqueça as selfies e as postagens de família “feliz” – faça desses momentos tão especiais e corriqueiros que não mereçam ser compartilhados com os outros.

Dessa forma você estará garantindo que ele perderá para um robot apenas aquilo que não mais importa. E carregará pela vida um ensinamento que não está na Internet.

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