Empresas que operam em rede

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A economia moderna, a tecnologia e as redefinições do que é sucesso e prosperidade estão provocando a desconstrução dos papéis tradicionais e causando a necessidade de reestruturação das empresas.

O avanço da Gig Economy ganhou impulso a partir da mudança de postura das novas gerações de profissionais, que têm a seu favor os avanços, dos últimos 50 anos, em todas as áreas. Dessa maneira, surgem novas formas de trabalho, agora voltadas à melhoria da qualidade de vida do colaborador.

Assim, inicia-se o declínio do prestígio das figuras muito comuns em décadas passadas: os Workaholics.

E nesse caldeirão de mudanças, aumenta a tendência de empresas que trabalham em Rede.

Cooperação Interorganizacional

Uma tendência que começou a ser observada em pesquisas de comportamento organizacional a partir de 1973.

Segundo a definição de Barry Libert,
Yoram (Jerry) Win e Megan Beck no artigo “What Airbnb, Uber and Alibaba have in common”tY, significa: “ uma rede de pares em que os participantes interagem e compartilham a criação de valor. Eles podem vender produtos ou serviços, construir relacionamentos, compartilhar conselhos, dar opiniões, colaborar, co-criar e muito mais. Exemplos incluem eBay, Red Hat e Visa, Uber, Tripadvisor e Alibaba.”

Essa tendência ganhou força no Brasil, em virtude da importância das micro e pequenas empresas para o cenário produtivo, como um todo.

Em lugar de investir para crescer em um  ambiente de instabilidade econômica e política, a filosofia da cooperação interorganizacional aposta na parceria entre várias empresas que seccionam uma oportunidade de negócio e cada empreendedor cuida de uma etapa do processo:

  • produção
  • venda
  • marketing
  • distribuição, etc.

As vantagens são :

  • agilidade característica de pequenas células
  • foco na excelência em todas as etapas
  • evitar aumento de custos com expansões
  • flexibilidade de instalação
  • cultura de colaboração
  • competitividade
  • agilidade no processo de decisão
  • capilaridade (capacidade de atuar em mercados pouco atrativos para grandes corporações)
  • utilização de recursos de forma coletiva (compras em grupo, investimento em marketing conjuntamente, fortalecimento das marcas, investimento em consultorias, abertura de mercados,  compartilhamento de informações e know how e ações motivacionais.

Desafios das redes de cooperação

O maior desafio dessas redes é a capacitação e o desenvolvimento fluido do negócio, de forma cadenciada e organizada, e sem gargalos.

As ações conjuntas, provenientes da sinergia, podem amenizar as fraquezas e ameaças que cada uma delas enfrenta, potencializando e expandindo os limites de todas, gerando mais lucro para cada uma delas.

E quando se fala em empresas compostas por  pequenas células, um dos mais atrativos capitais é a especialização de profissionais autônomos que podem, dependendo da sua atividade, trabalhar em sistema de home office ou coworking.

Cada vez mais Cooperação Interorganizacional

fortalecendo a Gig Economy

-Um breve conceito de GIG ECONOMY:

Esse é um vasto campo de pesquisa e de várias nuances.

O site Gig Economy Data tem uma definição breve e explicativa do assunto: “Algumas definições são baseadas no arranjo de trabalho: o contrato ou relacionamento entre os trabalhadores e o indivíduo ou empresa que os paga. Os trabalhadores tradicionais têm uma relação empregador-empregado de longo prazo em que o trabalhador é pago por hora ou ano, ganhando salário ou salário. Fora desse arranjo, o trabalho tende a ser temporário ou baseado em projetos; trabalhadores são contratados para completar uma tarefa específica ou por um certo período de tempo. Em alguns casos, eles têm um empregador, mas a empresa que os paga é diferente daquela em que trabalham. Esses tipos de acordos são freqüentemente chamados de acordos de trabalho alternativos ou não padronizados, e podem incluir freelancing, trabalho temporário em agências, trabalho autônomo e trabalho terceirizado.”


E de olho cada vez maior no capital intelectual e a valorização da qualidade de vida dos profissionais, a Cooperação Interorganizacional, possibilitada pelas empresas em rede, tornam a Gig Economy cada vez mais autossustentável. E essa sustentabilidade se deve, em parte,  à inovação da estrutura dos postos de trabalho e os novos fluxogramas que desenham empresas (MEI ou micro) onde antes havia apenas setores de uma grande corporação.

Isso melhora a distribuição de renda e coloca subordinados em pé de igualdade.

Compartilhamento e colaboração são tendência entre empresas.

E para fechar esse ciclo com chave de ouro, para os detentores de capital intelectual, a liberdade de se trabalhar de onde quiser!

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